A Coordenação Diocesana de Catequese, apresentou aos Catequistas e Coordenadores de Catequese dos Regionais que compoem a Diocese de Uberlândia, as diretrizes reformuladas que orientam a catequese na Diocese. Junto foi apresentada também a parceria entre Catequese e Pastoral da Juventude.

domingo, 14 de dezembro de 2008
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Confraternização
Queridos Coordenadores de Catequese
Está chegando o dia do nosso momento de render graças a Deus por mais um ano de trabalho catequético.
Por isso não falte!
Esperamos vocês lá. Dia 07/12 as 8:00 horas, na Comunidade São José Operário( Paróquia N. Srª da Medalha Milagrosa)- Marta Helena
Coordenação Diocesana de Catequese
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Veja o que nosso Bispo diz sobre o AMÉM
AMÉM
Dom Paulo Francisco Machado
Amém é uma palavra de origem hebraica que passou para o uso dos cristãos em suas preces. Sua tradução mais comum na língua portuguesa é: assim seja.
Entre os inúmeros “Améns” encontrados na Liturgia, há um muito especial na Celebração Eucarística: a solene aclamação que encerra a Oração Eucarística. É sobre esse que queremos fazer algumas considerações. No passado recente não era incomum a assembléia rezar junto, e muitas vezes a convite do celebrante toda doxologia[1], resultando numa aclamação acanhada, sem entusiasmo algum. Hoje, graças a Deus, ao conhecimento mais profundo do Concílio Vaticano II e ao crescente interesse dos padres e fiéis pela Sagrada Liturgia, quase sempre a assembléia tem cantado só o Amém. Uns poucos insistem em cantar ou rezar toda a doxologia.
Teçamos algumas considerações.
A Oração Eucarística é uma narrativa orante e orante narrativa que faz memória, repleta de agradecimento, das intervenções do Pai na nossa História, por Cristo no Espírito Santo. A história da Aliança é apresentada e se perpetua com o “Amém” de toda assembléia que sobe ao Pai por meio de Cristo (2 Cor 1,20). Na oração eucarística o celebrante recorda com profundo agradecimento ao Pai que em Jesus Cristo se atualiza por meio do Espírito Santo: a salvação. Temos o coração agradecido ao recordarmos as maravilhas que Deus fez por nós. A conseqüência é que da gratidão vamos ao louvor, à adoração, à ousadia de pedir atualização de benefícios.
Vejamos como alguns Santos Padres da Igreja se referiam a esse “Amém”.
“Em seguida, levantamo-nos todos juntos e elevamos nossas preces. Depois de terminadas, como já dissemos, oferece-se pão, vinho e água, e o presidente, conforme suas forças, faz igualmente subir a Deus suas preces e ações de graças e todo povo exclama, dizendo:”Amém”. (S. Justino; Apologia I, 67, tradução Paulus).
S. Jerônimo recordava-se, lá em Belém, que o Amém nas basílicas romanas, brilhava como relâmpago (Cf. PL 26, 355).
Santo Agostinho poderia ser chamado o teólogo do Amém, a palavra, segundo ele, mais importante da Missa. No seu Sermão 211 afirma que no céu daremos continuidade às grandes aclamações litúrgicas: “cantaremos Amém e Aleluia”. Para ele o Amém que encerra a Prece Eucarística é como uma assinatura que se apõe, por exemplo, a um testamento: “vosso Amém é vossa assinatura” (Sermão, 48; 272, etc). Em sua diocese de Hipona, tal era a convicção dos fiéis que as colunas do templo tremiam ao rezá-lo.
A Instrução Geral do Missal Romano, no número 147, afirma:
“O Sacerdote inicia a Oração eucarística. Conforme rubrica, ele escolhe uma das Orações Eucarísticas do Missal Romano, ou aprovadas pela Santa Sé. A oração eucarística, por sua natureza, exige que somente o sacerdote, em virtude de sua ordenação, a profira. O povo, por sua vez, se associe ao Sacerdote na fé e em silêncio e por intervenções previstas no decurso da Oração Eucarística, que são as respostas no diálogo do Prefácio, o Santo, a aclamação após a consagração, e a aclamação “Amém”, após a doxologia final, bem como outras aclamações aprovadas pela Conferência dos bispos e reconhecidas pela Santa Sé”.
E, ainda, número 151: “No fim da oração eucarística, o sacerdote, tomando a patena com a hóstia e o cálice, ou elevando ambos juntos, profere sozinho a doxologia: Por Cristo. Ao término, o povo aclama “Amém”. E no número 236:“A doxologia por meio da oração eucarística é proferida somente pelo sacerdote celebrante principal e, se preferir, junto com os demais concelebrantes, não porém, pelos fiéis”.
A Comissão Litúrgica da CNBB, no Guia Litúrgico Pastoral, insiste:
“Não se enfraqueça a força do “Amém” final da oração eucarística pela recitação da doxologia, pois este “Amém” é a ratificação pela assembléia de toda ação de graças e súplica que o sacerdote dirige a Deus, em nome de todos, na oração eucarística”(pág.22).
O meu caro leitor já deve ter percebido que o solene “Amém” com que encerramos a Prece Eucarística não é um simples assentimento a uma narrativa, mas compromisso pessoal de ser Amém, plena associação e participação, na renovação da Nova e Eterna Aliança. Um belíssimo texto de Jean-Marie Roger Tillard faz a seguinte referência:
“Mas nesse Amém tem sua fonte todos os Améns espalhados pela vida cristã; e nele todos são reunidos pelo ministro e oferecidos ao Pai na Ação de Graças, levando consigo todos os solos humanos que eles semearam. O Amém que encerra a anáfora é assim o do Corpo de Cristo recebendo-se como corpo no louvor, na gratidão, na adoração e na confissão de Deus”. (EUCARISTIA – Enciclopédia da Eucaristia, Paulus, S. Paulo pág.553).
Amém é adesão à narrativa feita pelo celebrante, é apoio ao que foi rezado. Que ele seja prece com o coração, com a boca e com a vida. (Cf.Santo Agostinho; Comentário aos Salmos 149). Comecemos o nosso treino coral, aqui na terra, para nos associarmos ao coro celeste, cantando “Amém”. ( Texto retirado do Blog-Liturgia em Foco- Dom Paulo)
Dom Paulo Francisco Machado
Amém é uma palavra de origem hebraica que passou para o uso dos cristãos em suas preces. Sua tradução mais comum na língua portuguesa é: assim seja.
Entre os inúmeros “Améns” encontrados na Liturgia, há um muito especial na Celebração Eucarística: a solene aclamação que encerra a Oração Eucarística. É sobre esse que queremos fazer algumas considerações. No passado recente não era incomum a assembléia rezar junto, e muitas vezes a convite do celebrante toda doxologia[1], resultando numa aclamação acanhada, sem entusiasmo algum. Hoje, graças a Deus, ao conhecimento mais profundo do Concílio Vaticano II e ao crescente interesse dos padres e fiéis pela Sagrada Liturgia, quase sempre a assembléia tem cantado só o Amém. Uns poucos insistem em cantar ou rezar toda a doxologia.
Teçamos algumas considerações.
A Oração Eucarística é uma narrativa orante e orante narrativa que faz memória, repleta de agradecimento, das intervenções do Pai na nossa História, por Cristo no Espírito Santo. A história da Aliança é apresentada e se perpetua com o “Amém” de toda assembléia que sobe ao Pai por meio de Cristo (2 Cor 1,20). Na oração eucarística o celebrante recorda com profundo agradecimento ao Pai que em Jesus Cristo se atualiza por meio do Espírito Santo: a salvação. Temos o coração agradecido ao recordarmos as maravilhas que Deus fez por nós. A conseqüência é que da gratidão vamos ao louvor, à adoração, à ousadia de pedir atualização de benefícios.
Vejamos como alguns Santos Padres da Igreja se referiam a esse “Amém”.
“Em seguida, levantamo-nos todos juntos e elevamos nossas preces. Depois de terminadas, como já dissemos, oferece-se pão, vinho e água, e o presidente, conforme suas forças, faz igualmente subir a Deus suas preces e ações de graças e todo povo exclama, dizendo:”Amém”. (S. Justino; Apologia I, 67, tradução Paulus).
S. Jerônimo recordava-se, lá em Belém, que o Amém nas basílicas romanas, brilhava como relâmpago (Cf. PL 26, 355).
Santo Agostinho poderia ser chamado o teólogo do Amém, a palavra, segundo ele, mais importante da Missa. No seu Sermão 211 afirma que no céu daremos continuidade às grandes aclamações litúrgicas: “cantaremos Amém e Aleluia”. Para ele o Amém que encerra a Prece Eucarística é como uma assinatura que se apõe, por exemplo, a um testamento: “vosso Amém é vossa assinatura” (Sermão, 48; 272, etc). Em sua diocese de Hipona, tal era a convicção dos fiéis que as colunas do templo tremiam ao rezá-lo.
A Instrução Geral do Missal Romano, no número 147, afirma:
“O Sacerdote inicia a Oração eucarística. Conforme rubrica, ele escolhe uma das Orações Eucarísticas do Missal Romano, ou aprovadas pela Santa Sé. A oração eucarística, por sua natureza, exige que somente o sacerdote, em virtude de sua ordenação, a profira. O povo, por sua vez, se associe ao Sacerdote na fé e em silêncio e por intervenções previstas no decurso da Oração Eucarística, que são as respostas no diálogo do Prefácio, o Santo, a aclamação após a consagração, e a aclamação “Amém”, após a doxologia final, bem como outras aclamações aprovadas pela Conferência dos bispos e reconhecidas pela Santa Sé”.
E, ainda, número 151: “No fim da oração eucarística, o sacerdote, tomando a patena com a hóstia e o cálice, ou elevando ambos juntos, profere sozinho a doxologia: Por Cristo. Ao término, o povo aclama “Amém”. E no número 236:“A doxologia por meio da oração eucarística é proferida somente pelo sacerdote celebrante principal e, se preferir, junto com os demais concelebrantes, não porém, pelos fiéis”.
A Comissão Litúrgica da CNBB, no Guia Litúrgico Pastoral, insiste:
“Não se enfraqueça a força do “Amém” final da oração eucarística pela recitação da doxologia, pois este “Amém” é a ratificação pela assembléia de toda ação de graças e súplica que o sacerdote dirige a Deus, em nome de todos, na oração eucarística”(pág.22).
O meu caro leitor já deve ter percebido que o solene “Amém” com que encerramos a Prece Eucarística não é um simples assentimento a uma narrativa, mas compromisso pessoal de ser Amém, plena associação e participação, na renovação da Nova e Eterna Aliança. Um belíssimo texto de Jean-Marie Roger Tillard faz a seguinte referência:
“Mas nesse Amém tem sua fonte todos os Améns espalhados pela vida cristã; e nele todos são reunidos pelo ministro e oferecidos ao Pai na Ação de Graças, levando consigo todos os solos humanos que eles semearam. O Amém que encerra a anáfora é assim o do Corpo de Cristo recebendo-se como corpo no louvor, na gratidão, na adoração e na confissão de Deus”. (EUCARISTIA – Enciclopédia da Eucaristia, Paulus, S. Paulo pág.553).
Amém é adesão à narrativa feita pelo celebrante, é apoio ao que foi rezado. Que ele seja prece com o coração, com a boca e com a vida. (Cf.Santo Agostinho; Comentário aos Salmos 149). Comecemos o nosso treino coral, aqui na terra, para nos associarmos ao coro celeste, cantando “Amém”. ( Texto retirado do Blog-Liturgia em Foco- Dom Paulo)
Reunião Mensal de Dezembro
Querido (a) coordenador (a) de Catequese,
Paz e Bem!
É uma alegria imensa para nós viver a expectativa da chegada do menino Jesus em nosso meio. Com esse sentimento, queremos nos colocar diante do presépio para agradecer o ano que passoue contemplar a grandeza humilde de Deus, que nasce no presépio. Por isso, viemos convidá-lo (la), e pedimos que estenda o nosso convite aos catequistas de sua paróquia, para a nossa celebração de ação de graças a Deus por todo trabalho desenvolvido este ano e também é o momento de nos confraternizarmos.
O nosso encontro celebrativo e festivo será na Comunidade
São José Operário (Paróquia Nossa Senhora das Graças
da Medalha Milagrosa) entre às 08:00h e 12:00h do dia
07/12/2008.
Sua presença é muito especial e importante para nós!
Equipe Diocesana de Catequese
terça-feira, 28 de outubro de 2008
domingo, 28 de setembro de 2008
Dom José A Razão Humana
Dom José Alberto MouraArcebispo Metropolitano de Montes Claros, MG
A razão humana, ao menos no entender de alguns, é auto-suficiente e não precisa buscar orientação em algum ser transcendente. A fé, no caso, seria apenas para pessoas sem cultura ou que ainda não atinaram para a inconseqüência de buscar referência da verdade fora do poder e da grandeza do próprio ser humano na história. Esta teria sentido, na mesma perspectiva, apenas com o endereçamento que o homem lhe der. A Palavra de Deus, então, seria apenas elaboração do desejo humano de se sustentar num poder inexistente fora de si mesmo. A origem do universo, sua sustentação e a do próprio ser humano, seriam fruto apenas da matéria, que tem as próprias leis e possibilidades. A evolução explicaria as diferenças dos seres através dos tempos. Os ancestrais humanos já teriam mostrado isso. Dentro de todos esses enunciados percebemos sua frágil consistência diante do verdadeiro mistério da vida, com o segredo do dedo do Criador. A própria razão é chamada a perceber os efeitos das leis da natureza com sua causa absoluta e principal. A fé, advinda da bondade de Deus e revelada por Jesus, apresenta-nos os limites da própria matéria que não se explica a si mesma. No Filho de Deus vemos a explosão da vitória da vida sobre a morte, mostrando-nos a divindade daquele que não sucumbiu na sepultura. A inteligência humana não é capaz de descobrir o elixir da vida eterna. Deus pode no-la dar, conforme o próprio Jesus promete. Sua palavra divina qualifica a verdade por Ele anunciada. A Palavra de Deus tem consistência de assegurar-nos a certeza do encaminhamento da vida com um sentido superior e de nos levar à imortalidade de pessoas humanas. Nossa corporeidade, sujeita às leis da matéria, não suplanta nossa realidade de pessoas humanas. A superação da morte acontece com a ressurreição, com um corpo não mais sujeito à mesma matéria. Por outro lado, querer assumir o panteísmo como verdade que deificaria cada ser como parte de um todo divino, levaria ao absurdo de considerar Deus como limitado à própria lei da matéria. O Deus verdadeiro, revelado progressiva e paulatinamente conforme a Bíblia e, de modo pleno, em Cristo, é o verdadeiro Transcendente, Criador de tudo e do ser humano como sua imagem e semelhança. Temos a missão de governar bem a terra, à semelhança dEle, que governa tudo, dando vida a cada ser criado. A razão humana, na ordem do Criador, deve ajudar o mesmo ser humano a se responsabilizar com o desenvolvimento de tudo para haver harmonia do homem com Deus, o semelhante e toda a natureza. Não há dissensão ou oposição entre razão e fé. Basta o ser humano perceber a verdade de si e de Deus, usando seu potencial para fazer um convívio autenticamente humano, em que cada um seja tratado como gente, filha do mesmo Pai que quer o bem de todos e assiste a todos com sua graça. Em Jesus temos o modelo de quem é verdadeiro Deus e verdadeiro homem: “Encontrado com aspecto humano, humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até a morte... Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o nome que está acima de todo nome.. Jesus Cristo é o Senhor” (Fil 2, 7-11).
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Formação com o CLERO da Diocese de Uberlândia




A Coordenação Diocesana de Catequese com o apoio do bispo Dom Paulo Francisco Machado, realizou no dia 19/09/08, no salão nobre do Santuário Nossa Senhora Aparecida formação para o clero de Uberlândia com a assessora Marlene Silva (GRECART). Estiveram presentes, dom Paulo, padres, diáconos, seminaristas e integrantes da pastoral familiar.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Pároquia Saõ Gaspar Bertoni
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
CURSO DE FORMAÇÃO
Nos próximos dias 19/20 e 21 de setembro acontecerá curso de formação para o Clero e Coordenadores de Catequese da Diocese de Uberlândia.
Sendo dia 19/09 das 13:00 as 17:30 - Clero- Salão Nobre do Santuário Nossa Senhora Aparecida
20/09 das 13:00`as 18:00- Coordenadores de Catequese
21/09 das 08:00 às 17:00 - Coordenadores de Catequese - Colégio Nossa Senhora da Ressurreição- Praça Coronel Carneiro, 11 ( entrada pela rua Silva jardim).
As inscrições poderão ser feitas até o dia 16/09 ( terça-feira) a serem entregues no Centro de formação.
Sendo dia 19/09 das 13:00 as 17:30 - Clero- Salão Nobre do Santuário Nossa Senhora Aparecida
20/09 das 13:00`as 18:00- Coordenadores de Catequese
21/09 das 08:00 às 17:00 - Coordenadores de Catequese - Colégio Nossa Senhora da Ressurreição- Praça Coronel Carneiro, 11 ( entrada pela rua Silva jardim).
As inscrições poderão ser feitas até o dia 16/09 ( terça-feira) a serem entregues no Centro de formação.
Nova Paróquia da Diocese de Uberlândia
A mais nova Paróquia da diocese é em Cascalho Rico. Dia 07 de setembro as 19:30 horas dom paulo celebrou a missa de criação da Paróquia São João Batista, formada por comunidades desmembradas da Paróquia Nossa Senhora Mãe dos Homens, com sede em Estrela do Sul. O administrador paroquial será o Padre Devanir Inácio Machado, vigário da Paróquia Nossa Senhora Mãe dos Homens que já atende aquela região. A paróquia São João Batista será formada por comunidades do município de Cascalho Rico e uma de Estrela do Sul.
(fonte: www.cnbbleste2.org.br)
(fonte: www.cnbbleste2.org.br)
Reunião Mensal de coordenadores
Paróquia São Cristovão tem novo pároco. - Pe. Flávio Henrique
Dom Paulo Francisco Machado designou Padre Flávio Henrique Barbosa para a Paróquia São Cristóvão, no Bairro Brasil, em Uberlândia. A Paróquia estava sem padre desde o final do mês, pois Padre Amauri Paixão, último pároco, retornou para sua diocese de origem Belo Horizonte. O Padre Flávio é reitor do Seminário de Filosofia da Diocese, Assessor da Catequese e era vigário na Catedral Santa Teresinha. A missa de despedida da Comunidade Sagrada família foi na quinta feira dia 04/09 e a acolhida ao novo padre na nesta sexta-feira, dia 05 de setembro, às 19h30, com a presença do nosso bispo Dom Paulo. A escolha será efetivada em reunião com o colégio de consultores em data a ser definida.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
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